terça-feira, 18 de agosto de 2009

Exibição PERIFERIA.COM 20/08

Clique na imagem para ver com melhor resolução.

O Documentário PERIFERIA.COM será exibido na próxima quinta feira 20/08 no CINECLUBE PÓLIS.
Após a exibição haverá debate com os diretores: João Daniel e Alexandre Rampazzo.

Endereço do Cine Pólis
RUA ARAÚJO, 124, CENTRO
ESQUINA COM A GAL. JARDIM, PRÓXIMO AO METRÔ REPÚBLICA

Veja o teaser:

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Festival de Gramado - Vencedores

E Os vencedores do Festival de Gramado São:


Longa Metragem Brasileiro:

Melhor Filme: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Diretor: Vincent Carelli por “Corumbiara” e Paulo Nascimento por “Em Teu Nome”
Melhor Ator: Leonardo Machado por “Em Teu Nome”
Melhor Atriz: Vivianne Pasmanter, por “Quase Um Tango...”
Melhor Roteiro: Sérgio Silva, por “Quase Um Tango...”
Melhor Fotografia: Katia Coelho por “Corpos Celestes”
Prêmio Especial do Júri: “Em Teu Nome”, de Paulo Nascimento
Melhor Diretor de Arte: Fabio Delduque, por “Canção de Baal”
Melhor Trilha Musical: Andre Trento e Renato Muller por “Em Teu Nome”
Prêmio da Crítica: “A Canção de Baal”, de Helena Ignez
Melhor Filme do Júri Popular: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Montagem: Mari Corrêa, por “Corumbiara”


Longa Metragem Brasileiro:

Melhor Filme: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Diretor: Vincent Carelli por “Corumbiara” e Paulo Nascimento por “Em Teu Nome”
Melhor Ator: Leonardo Machado por “Em Teu Nome”
Melhor Atriz: Vivianne Pasmanter, por “Quase Um Tango...”
Melhor Roteiro: Sérgio Silva, por “Quase Um Tango...”
Melhor Fotografia: Katia Coelho por “Corpos Celestes”
Prêmio Especial do Júri: “Em Teu Nome”, de Paulo Nascimento
Melhor Diretor de Arte: Fabio Delduque, por “Canção de Baal”
Melhor Trilha Musical: Andre Trento e Renato Muller por “Em Teu Nome”
Prêmio da Crítica: “A Canção de Baal”, de Helena Ignez
Melhor Filme do Júri Popular: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor Montagem: Mari Corrêa, por “Corumbiara”


Longa Metragem Estrangeiro:

Melhor Filme: “La Teta Asustada”, de Claudia Llosa
Melhor Diretor: Claudia Llosa, por “La Teta Asustada”
Melhor Ator: Horacio Camandule, por “Gigante” e Matías Maldonado, por “Nochebuena”
Melhor Atriz: Magaly Solier de “La Teta Asustada”
Melhor Roteiro: Adrián Biniez, por “Gigante”
Melhor Fotografia: Guillermo Nieto, por “Lluvia”
Prêmio Especial do Júri: “La Próxima Estación” de Fernando E. Solanas
Prêmio da Crítica: “Gigante”, de Adrian Biniez
Melhor Filme do Júri Popular: “Lluvia” de Paula Hernández
Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema: “La Teta Asustada” de Claudia Llosa


Curta Metragem

Melhor Filme: “Teresa” de Paula Szutan e Renata Terra
Melhor Diretor: Paula Szutan e Renata Terra, por “Teresa”
Melhor Ator: Miguel Ramos, por “Teresa”
Melhor Atriz: Juliana Carneiro da Cunha, por “O Teu Sorriso”
Melhor Roteiro: Davi Pires e Diego Müller, por “Teresa”
Melhor Fotografia: Andre Luiz de Luiz, por “Ernesto no País do Futebol”
Prêmio Especial do Júri: “Olhos de Ressaca” de Petra Costa
Melhor Diretor de Arte: Diogo Viegas, por “Josué e o Pé de Macaxeira”
Melhor Trilha Musical: Leonardo Mendes, por “Josué e o Pé de Macaxeira”
Melhor Montagem: Gustavo Ribeiro, por “Teresa”
Prêmio da Crítica: “O Teu Sorriso”, de Pedro Freire
Melhor Filme do Júri Popular: “Josué e o Pé de Macaxeira” de Diogo Viegas
Melhor Filme do Júri de Estudantes de Cinema: “Olhos de Ressaca” de Petra Costa


Mostra Gaúcha:

Melhor Filme: “De Volta ao Quarto 666”, de Gustavo Spolidoro
Melhor Direção: Leonardo Remor, por “Sobre Um Dia Qualquer”
Melhor Ator: Nelson Diniz, por “Quiropterofobia”
Melhor Atriz: Sissi Venturin, por “Sobre Um Dia Qualquer”
Melhor Roteiro: Davi Pires e Diego Müller, por “Teresa”
Melhor Fotografia: Matheus Massochini, por “Sobre Um Dia Qualquer”
Melhor Direção de Arte: Guilherme Pacheco, por “Sobre Um Dia Qualquer”
Melhor Música: Sérgio Rojas, por “Jogo do Osso”
Melhor Montagem: Marcos Lopes, por “Sobre Um Dia Qualquer”
Melhor Edição de Som: Cristiano Scherer, por “Livros no Quintal”
Melhor Produtor / Produtor Executivo: Regina Martins, por “Mapa-Mundi”

Festival de Gramado - Corpos Celestes

Por: João Daniel Donadeli

Corpos celestes é um filme que narra a história de Francisco um astrônomo que deve a um acontecimento do passado toda a sua prolífica carreira.
Francisco é um astrônomo bem sucedido que dá aula em uma universidade de Curitiba, fechado em seu próprio mundo tenta conviver com a insignificância do ser humano diante da imensidão do Cosmo.
O filme é narrado em dois tempos um enquanto francisco ainda é chiquinho vivendo sua infância de descobertas em um pequeno vilarejo rural do interior do Paraná e uma segunda parte que é realmente quando começa o filme nos dias de hoje na capital.
Francisco vive apenas para sí, mas Diana uma bela mulher muito à vontade com seu posicionamento com relação ao cosmo, muda sua maneira de perceber o mundo e choca seus sentimentos quando em um dia resolve sumir sem dar noticias.
Enquanto busca por Diana descobre segredos da moça como se estivesse na verdade descobrindo os seus próprios sentimentos dando origem a um retorno no passado para resolver algo que ficou para trás.
Corpos celestes é um filme que tenta mostrar como o homem se preocupa com toda a grandiosidade do universo, mas muitas vezes não volta os olhos para seu interior em busca de seus próprios sentimentos.
O filme que fecha a exibição da mostra competitiva em Gramado ao final foi aplaudido calorosamente, mesmo não sendo um dos filmes cotados para o prêmio há rumores que esteja entre os campeões.
Ficha Técnica:
Corpos Celestes, Brasil 90min HD Ficção
Direção de MARCOS JORGE E FERNANDO SEVERO
Roteirista: CARLOS MAGALHAES,MARIO LOPES,M. JORGE,F.SEVERO
Produtor Executivo: CLAUDIA DA NATIVIDADE
Atores: DALTON VIGH, RODRIGO CORNELSEN
Atrizes: CAROLINA HOLANDA
Atores Coadjuvantes: ALEXANDRE NERO, ANTAR ROHIT, JEFF BEECH
Atrizes Coadjuvantes: Olga Nenevê, Pagú Leal
Diretor de Fotografia: KATIA COELHO
Diretor de Arte: DANIEL MARQUES
Montagem: CAIO COBRA E MARK ROBIN
Música: RURIA DUPRAT
Palavras do diretor antes da estreia:
Quando a gente faz um filme é como construir uma espaçonave, viajem nessa espaçonave e voltem com ótimas lembranças.

Perfil dos Diretores:

Marcos Jorge estreou como diretor com “Estomago”, filme brasileiro mais premiado do ano de 2008, venceu 15 prêmios no exterior e 20 no Brasil.
Fernando Severo já é um conhecido de Gramado ganhou vários Kikitos no festival com os filmes “O mundo Perdido de Kozak”, “Visionários” e Paisagem de meninos”.

Festival de Gramado - Gigante

Por: João Daniel Donadeli

As aparências enganam, um homem grande vestido de preto com camisetas de bandas de rock, aparenta ser um “ogro selvagem”, mas na verdade é um grande bonachão preocupado com as pessoas que estão a sua volta.
Esse homem é Jara um segurança de um supermercado de Montevidéu que vive uma vida pacata jogando videogame com seu sobrinho e cooperando com seus amigos de trabalho, um dia se apaixona por uma jovem que trabalha na limpeza e passa a observa-la pelas câmeras de segurança, com o passar dos dias, esse voyeurismo inofensivo passa a ser uma obsessão e Jara começa a segui-la pelas ruas da cidade.
Assim como Jará apenas observa a moça de longe ou pelas câmeras de segurança o espectador também apenas observa de longe, nunca chegamos a saber quem era realmente aquela garota que despertara em Jará essa obsessão, o foco do filme é inteiramente voltado para o personagem e apenas contemplamos aquilo que ele contempla sem que seja oferecido nenhuma antecipação para espectador.
O titulo Gigante do filme que em um primeiro momento poderia ser ligado apenas a estatura do personagem, sugere também essa “gigante” confusão que causamos por uma coisa que poderia ser resolvida apenas com uma aproximação.
O filme ainda da conta de pincelar temas como o movimento sindical que corre por debaixo dos panos entre os funcionários do supermercado que temem uma demissão em massa.
Gigante é uma filme despretensiosamente gigante, um filme que em sua estreia num dos maiores e mais respeitados festivais do mundo como o de Berlin levou o urso de Prata no mesmo ano em que “La teta assustada” levou o urso de Ouro, é sem dúvida outro grande concorrente ao prêmio de melhor longa estrangeiro, mas o grande sucesso do filme já foi celebrado por ser um dos poucos filme Uruguaios de baixíssimo orçamento que rompem as barreiras do país e ganham repercussão internacional.

Ficha técnica:
Gigante, Urugaui, 2009 – 90 min HD Ficção
Direção de ADRIÁN BINIEZ
Roteirista: ADRIÁN BINIEZ
Ator: HORÁCIO CAMANDULE
Produtor Executivo: AUGUSTINA CHIARINO ,FERNANDO EPSTEIN
Diretor de Fotografia: ARAUDO HERNANDEZ
Diretor de Arte: ALEJANDRO CASTIGLIONI
Montagem: ADRIÁN BINIEZ
Música: ALEJANDRO CASTIGLIONI

Palavras do Ator antes do Filme:
Gigante é uma história de amor, não como essas que estamos acostumados a ver, vejam se apaixonem e curtam...
Perfil do Diretor:
Adrián Biniez nasceu em Buenos Aires, Argentina em 1974, em 2003 mudou-se para o Uruguai onde vive até hoje, fez uma pequena participação no filme “Whisky” dos diretoretores uruguaios Juan Pablo Rebella , Pablo Stoll , trabalhou como roteirista na serie televisiva “El fin del Mundo”. Com seu curta metragem “8 horas” recebeu o prêmio de melhor filme no festival de cinema independente de Buenos Aires e também o primeiro prêmio do festival cinematográfico do Uruguai. Gigante é seu primeiro longa metragem.

Festival de Gramado - Em Teu Nome

Por: João Daniel Donadeli

As profundas feridas provocadas pelo golpe militar de 1964, que instaurou uma sangrenta ditadura no Brasil, ainda não foram totalmente cicatrizadas.
Inspirado neste tenso período da história recente do país, “Em Teu Nome”, é baseado na história real do estudante brasileiro João Carlos Bona Garcia, exilado político da década de 1970.
O filme narra a trajetória de Boni um jovem estudante de engenharia que se vê envolvido na luta armada do início dos anos 70.
Preso e exilado, perambula por vários paises Chile, frança, Marrocos sempre engajado na luta política. Com todas as mudanças ocorridas em sua vida, mergulha em seus pensamentos fazendo uma autocrítica de sua trajetória contemplando hoje sua visão de mundo.
Mais do que exibir cenas explícitas de tortura típicas de filmes sobre este período Em Teu Nome prioriza o diálogo e a ação dos protagonistas, materializando o desejo de liberdade daquela geração.
O mais interessante no filme é sua abordagem humana, é mostrar que pessoas que vivenciaram e sofreram na pele a repressão da ditadura tiveram rosto, família, caráter e muita coragem para superar todas as adversidades.

Ficha técnica:
Em Teu Nome, Porto Alegre- 2009- 100 min HD Ficção
Direção:Paulo Nascimento
Roteirista: Paulo Nascimento
Produtor Executivo: Marilaine Costa
Atores: Leonardo Machado
Atrizes: Fernanda Moro
Atores Coadjuvantes: Nelson Diniz
Cezar Troncoso
Marcos Paulo
Atrizes Coadjuvantes: Julia Feldens
Silvia Buarque
Diretor de Fotografia: Roberto Laguna
Diretor de Arte: Voltaire Dancwardt
Montagem: Marcio Papel
Música: André Trento

Perfil do diretor:
Cineasta nascido no Rio Grande do Sul, tem experiência com publicidade e televisão, tendo dirigido a minissérie A hora do louva-a-deus (1996), veiculada no Canal Brasil e em televisões em Cuba e Portugal. Iniciou a carreira no cinema com o curta O chapéu (1996). Pioneiro do festival de gramado teve seu primeiro longa “Diário de um novo mundo” (2005), lançado no Festival, onde ganhou os prêmios de melhor roteiro e melhor filme pelo público. Em 2007, também no Festival de Gramado, lançou Valsa para Bruno Stein, que rendeu o Kikito de melhor atriz para Ingra Liberato.

Festival de Gramado - Lluvia

Por:João Daniel Donadeli

Lluvia narra um encontro totalmente inusitado entre duas pessoas em um engarrafamento de transito em Buenos Aires de baixo de uma forte chuva que dura três dias.
Após esse encontro improvável em que Roberto entra no carro de Alma para se livrar de uma encrenca, os dois começam a dialogar e conhecer um ao outro.
Alma é uma mulher que está confusa depois de ter saído de casa depois de nove anos de casamento, vagando pelas ruas engarrafadas de Buenos Aires e surpreendida por Roberto e diante de sua solidão busca nesse desconhecido uma pessoa para conversar e compartilhar seus anseios e frustrações.
Roberto é argentino, mas a muitos anos vive na Espanha, depois de trinta anos volta para reencontrar o pai que está em coma e o qual não vê e nem tem noticias desde sua partida, angustiado por buscar uma forma de se encontrar com esse homem do passado sem que aja mais tempo, encontra em Alma uma maneira de processar todo esse desacordo.
Banhados pela chuva, os dois passam três dias se conhecendo e tentando processar suas próprias incertezas medos e angustias.
Lluvia é um filme complexamente humano com diálogos e situações inusitadas que demonstram quão somos passivos com relação a nossas vidas, sentimentos e frustrações.
Com uma belíssima fotografia, trilha sonora idem e um roteiro inteligente e bem resolvido Lluvia é um filme que mesmo tendo sido prejudicado pela exibição após a caótica aparição da rainha dos baixinhos é um forte concorrente a levar o kikito de melhor filme estrangeiro.
Ficha técnica:
Lluvia – Argentina, 2008 -110 min 35mm- Ficção
Direção: PAULA HERNÁNDEZ
Roteirista: PAULA HERNÁNDEZ
Produtor Executivo: JUAN PABLO GALLI-JUAN VERA-ALEJANDRO CACETTA
Atores: ERNESTO ALTERIO
Atrizes: VALERIA BERTUCCELLI
Diretor de Fotografia: GUILLERMO NIETO
Diretor de Arte: MERCEDES ALFONSIN
Montagem: ROSARIO SUAREZ
Música: SEBASTIAN ESCOFET

Palavras da diretora antes da exibição.

No meio do falatório e da confusão causada pela presença da rainha dos Baixinhos, paula meio sem graça disse: “Eu não sou a Xuxa, mas espero que todos gostem do meu filme pois ele representa muito de nós todos”.

Perfil do diretor:
Paula Hernández, é Argentina, formada em cinema, teatro e arte. Trabalha na industria cinematográfica desde 1989. dirigiu mais de 100 comercias publicitários além de longa metragens e documentários. Entre seus filmes de destaque estão os longas “Herencia” e “Família Lugones”.


Festival de Gramado - Corumbiara

Por: João Daniel Donadeli

Corumbiara é um documentário que visa mostrar o processo de mais de vinte anos de luta do indigenista Marcelo Santos para manter vivos os índios sobreviventes de massacres cometidos a mando de latifundiários na Gleba Corumbiara.
O filme tem inicio no ano de 1986 mostrando a busca dos indigenistas para encontrar vestígios de moradias indígenas dentro de fazendas latifundiárias. Os vestígios são encontrados, mas por falta de apoio e sob a ameaça dos latifúndios as investigações findam.
Uma década depois já com o apoio do ministério publico, acabam por encontrar um casal de índios de uma etnia desconhecida. Esse primeiro contato com os índios é um ponto forte do filme por sua tensão gerada pela dificuldade de comunicação e pela experiência de encontrar vidas humanas em plena selva.
O vídeo é exibido por um programa de jornalismo e ganha repercussão nacional, mesmo com provas contundentes da existência desses índios em terras demarcadas o caso é encoberto pelo advogado dos latifundiários e acaba passando por uma farsa.
Com o intuito de buscar provas da existência de índios que presenciaram o massacre ocorrido na gleba Corumbiara os indigenistas pedem auxilio para o casal de índios encontrados para buscar outros índios escondidos na selva e um novo grupo de índios de uma nova etnia é encontrado e mais uma vez cria-se uma atmosfera de tensão e descoberta, porém agora uma tensão gerada não só pelo contato dos indigenistas, mas também pelo encontro de duas etnias distintas em que uma é superior a outra.
Aos poucos as atrocidades e irregularidades cometidas pelas fazendas latifundiárias vão sendo desveladas e a sensação de impunidade e desrespeito com a vida geram um grande desconforto no espectador que se vê impotente diante daquelas denuncias e atrocidades.
Construído com imagens e depoimentos captados ao longo desses mais de vinte anos de pesquisa e luta, o filme revela a versão dos índios desse massacre ocorrido em Corumbiara que impunemente passa despercebido.
Ficha técnica:
Corumbiara, Olinda- PE 2009 – 117 min HD documentário
Direção: Vincent carelli

Perfil do Diretor

Vincent carelli é indigenista a 40 anos, iniciou o vídeo nas aldeias em 1987, um projeto que visa dar voz aos projetos políticos e culturais dos idios.
Com esse projeto Vincent produziu uma serie de documentários sobre os resultados deste trabalho. Atualmente coordena a ONG vídeo nas aldeias em Olinda com o intuito de formar novos realizadores indígenas.